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sábado, outubro 11, 2008

BURACO NEGRO





BURACO NEGRO
De: Ysolda Cabral


Parada!
Estática!
Nada!

É um sofrimento...
Como se sente?

Tolhida...
Inibida...
Atada...

Olhe o perigo!

Saindo do infinito,
É só vácuo.
Fundo...
Culto...
Oculto...

Cadê o mundo?

Escureceu...
Desapareceu...
Em qualquer buraco negro;

Feneceu...

E, eu?

Um comentário:

Anônimo disse...

Sai daí!


Inara